segunda-feira, 5 de outubro de 2009


Verdi - Traviata - Choeur Bohémiens
by Quarouble

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Mãe


Levanta-me desta água
que te tenho sede.

sábado, 4 de julho de 2009

Archive - Taste of blood

terça-feira, 9 de junho de 2009

Te


Tenho duas coisas e meia a dizer-te: A mo -

domingo, 7 de junho de 2009

O ser

Não preciso de saber como és para dizeres-me tanto.

sábado, 6 de junho de 2009

Olhando-te


Para onde quer que olhes eu estarei lá.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

O Amor não tem sono


terça-feira, 2 de junho de 2009

A substância da Amizade


O verbo “amar” em persa tem o mesmo significado que “ser amigo”.
Amar é...ser amigo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia da Criança

Terno é o momento
que no silêncio rompe a melancolia
e nos olhos,
estilhaça todos os sentidos de cada instante que os teus gestos dizem.
Cada instante preparado para voar, és tu Gui!

sábado, 30 de maio de 2009

A viagem

Apetecem-me palavras simples, daquelas que nos levam para onde não sabemos.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O intervalo do silêncio

Cada um de nós tem um céu, uma escada e amigos.
A Vida não precisa de mais nada.

sábado, 23 de maio de 2009

O outro lado deste lado


Somos tão pouco quando não nos olhamos

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O sonho da Lua


Um dia sonhei que sonhavas com uma Lua assim.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Momento


Há um momento suspenso no vazio do tempo.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

LuA


Cheia de si mesma,
canta as suas dores.

sábado, 9 de maio de 2009

9 de Maio

Há milhões de pessoas no Mundo mas tudo se resume a TI.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

oEspelho

-
Na vida antes de tudo.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Gui

terça-feira, 28 de abril de 2009

aFlor

- André Ferreira -
Agora que sinto amor
Tenho interesse no que cheira.
Nunca antes me interessou que uma flor tivesse cheiro.
Agora sinto o perfume das flores como se visse uma coisa nova.
Sei bem que elas cheiravam, como sei que existia.
São coisas que se sabem por fora.
Mas agora sei com a respiração da parte de trás da cabeça.
Hoje as flores sabem-me bem num paladar que se cheira.
Hoje às vezes acordo e cheiro antes de ver.
- O Pastor Amoroso / Alberto Caeiro -

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Analee

quarta-feira, 25 de março de 2009

oBeijo 21




quinta-feira, 19 de março de 2009

oPai

- Shane Perry -

quarta-feira, 18 de março de 2009

oBeijo 20


- Grasinger -

terça-feira, 17 de março de 2009

oLivro

- Lissa Hatcher -

Meu amor,
vou dizer-me,

Restas-me tu,
tu e esse livro,
onde aprendi o que sei,
pois visto a tua carne,
e escrevo-te com a pele,
na cor do teu nosso,
planalto e abismo,
porque sou da terra,
e tu és do sonho,
para que sopres,
e que eu pouse no cimo das coisas,
que és tu,
tu que eu grito,
e folheio em suor,
nesse tamanho,
que me deixa sempre à sombra,
e o teu peso nas minhas mãos.
Amor,
deixa-me nos ramos,
que eu quero o teu beijo,
nos dias tristes,
entre as folhas,
porque eu sou o inverno,
mas tenho na boca um jardim,
para poder partir apetecido,
para que tu vivas,
porque isto é o que eu sou,
vento,
e é tudo.

quinta-feira, 5 de março de 2009

oBeijo 19

- Lissa Hatcher -

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Aos olhos de Deus


O meu único desejo é conversar.
Conversar com alguém que ainda me sabe sorrir.
- José Manuel Saraiva -

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

oBeijo 18


- Floriana Barbu -

sábado, 14 de fevereiro de 2009

oDia

- Floriana Barbu -

Para quem faz o meu dia dos namorados.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

aRainha

É de noite este poema,
inteiramente deitado,
e sou assim nas tuas coisas,
um sonho dentro de outro sonho,
e no teu corpo o mar,
e todo o mundo a nascer,
e as palavras,
como uma onda na garganta,
com o sal a rebentar,
e eu sabendo-me,
a seguir-te o rasto em silêncio,
para subir-te em degraus,
e à porta do teu amor,
nesse tempo onde ficamos,
acendidos pelos lábios,
no meio de palavras lentas,
a tua boca como dicionário,
daqueles,
em todas as línguas de um língua só nossa,
porque inventamos onde os outros esquecem,
e abres-te,
para que eu entre na tua casa,
a noite toda até que se curve o dia,
e escreves o sentir nas minhas costas,
e todas as gotas de orvalho juntas,
porque sou assim no teu corpo,
no teu nome,
por dentro do teu nome,
sou assim,
carne desta coisa quase poema,
porque este é o reino,
e tu,
aRainha.